Este blog é um espaço destinado a descrição do aprendizado na disciplina de Prática de Formação, bem como nas atividades de Estágio Supervisionado na modalidade de Ed. Infantil.
Hoje
se finda mais uma etapa em minha formação profissional, mais uma etapa vencida
e creio com sabedoria, determinação, dedicação e alegria em saber que tudo que
aprendi, vivenciei farão diferença em meu futuro profissional.
Ao
término das atividades de Prática de Formação exigido pela Faculdade Bagozzi, fica
a certeza da importância de conhecer a realidade de uma instituição escolar. A
interação com os profissionais, com as crianças e com o orientador foi extremamente
enriquecedora.
A experiência proporcionada pelo estágio
amplia o significado da constituição de um profissional da área da educação,
complementa a formação acadêmica e confere subsídios para uma atuação
efetivamente democrática e transformadora.
Diante
de todo o contexto que permeia a nossa atuação profissional, esta vivência na
escola mostrou-me a importância da formação continuada e do constante
aprimoramento dos conhecimentos, da pesquisa, da reflexão, da investigação da
própria prática e a busca de temas atuais me tornando cada vez mais apaixonada
pela definição de professor pesquisador.
Fazer
o estágio foi muito gratificante, uma experiência inesquecível, já vivenciada
anteriormente no curso de Formação de Docentes e hoje na graduação a certeza do
querer mais, do buscar mais e do ir além que com certeza vou levar para a vida
toda. Nessa fase acho que ainda está se formando o perfil de um professor, tão
importante quanto a educação infantil é esse processo.
Em
reconhecimento ao maravilhoso trabalho realizado na escola em que vivenciei o
estágio, me proporcionando de forma produtiva e proveitosa a realização deste,
tem aqui o meu agradecimento a todos os que colaboraram para esse trabalho.
As
situações me proporcionaram uma visão mais ampla e clara de como resolver
problemas e de como agir em um ambiente escolar, levando em conta o decorrer do
dia, levando em consideração que já possuo o título de professora e em breve
Pedagoga e assim passando a compreender que cada criança pode estar dependendo de
um olhar especial para o seu desenvolvimento, por isso a calma é fundamental, a
criatividade elementar e o carisma um ato que conquista e motiva a pensar
estratégias e alternativas, desenvolver competência para o melhor desempenho do
educando.
No
convívio com vários tipos diferentes de profissionais da área, quer discente ou
docente pude observar o quanto se faz necessário o professor estar sempre se
atualizando, pois a educação precisa de soluções imediatas para a formação de
cidadãos críticos e participativos da sociedade na qual habitam. Para tanto, o
professor não pode ficar para atrasado achando que já sabe tudo, temos que nos
atualizar sempre e levar para a escola, sempre novidades.
Ao
término das Atividades de Prática de Formação fica a certeza da importância do
contato direto com a realidade escolar. Os encontros, o estágio, as regências
foram extremamente enriquecedoras, supriram minhas expectativas, pois pude
vivenciar, novamente, a realidade do cotidiano escolar com uma equipe bastante
eficiente e acolhedora.
Além
do contato com a escola, professores e alunos, tive também a oportunidade de
refletir sobre a articulação entre teoria-prática no processo educativo a
partir da interação entre a reflexão adquirida no decorrer do curso de
Licenciatura e a atuação em situações concretas da realidade escolar.
O
estágio é um período em que buscamos vincular, aspectos teóricos com aspectos
práticos. Foi um momento em que a teoria e a prática se mesclaram para que
fosse possível apresentar um bom resultado.
E,
sobretudo perceber a necessidade em assumir uma postura não só crítica, mas
também reflexiva da prática educativa diante da realidade e a partir dela, poder
buscar uma educação de qualidade, que é garantido em lei (LDB - Lei nº
9394/96).
É
realmente levarei muito do que aprendi nesse período e nos outros momentos do
transcorrer da minha caminhada profissional. Alegrias, vitórias, desejos que
aos poucos vão se concretizando e dando ares de pódio. Neste período em que
tive que estagiar para cumprir a minha carga horária deparei-me com
situações que me fizeram lembrar exemplos apresentados teoricamente e
também praticamente quando ainda aluna do IEPPEP , então recorri as anotações e
livros que muito contribuíram para desenvolver as regências das aulas.
Espelhei-me nas aulas de professores que se fizeram exemplo, mestres, doutores
na arte de mediar conhecimento, mediadores que com muita dedicação e fascínio transmitiram
desde o processo de elaboração do Projeto de Estágio ao Planejamento que
temos que ter em mãos, na função de infalível instrumento que norteara
estas poucas aulas das milhares que estão por vir. Que o sonho não pare aqui e
que o brilho se enalteça a cada novo degrau.
Na
presente data ocorreu à socialização de elementos trabalhados nas regências na
Educação Infantil, ocorreu a troca de ideias, a exposição de conceitos,
pensamentos, a visualização do ponto de vista de cada acadêmico no que diz
respeito à futura profissão.
Os
estágios de regência constituem-se numa das etapas fundamentais da formação, trata-se
de um momento no qual o estagiário vivencia todas as ações a serem executadas,
por ocasião de sua inserção no mundo profissional. Etapa na qual o sujeito
vislumbra a prática que permeia a profissão. Analisa seu público-alvo, com o
intuito de identificar necessidades e definir objetivos, se vê frente a
comunidade na qual poderá vir atuar.
Num
segundo momento, é hora de selecionar os conteúdos a serem ministrados, e
posteriormente refletir sobre a metodologia de aplicação e o sistema de
avaliação. E finalmente chega a hora de colocar em prática o programa elaborado,
a pesquisa feita no transcorrer da caminhada acadêmica.
Todo
esse processo é respaldado pela reflexão sobre o ato de ensinar e aprender,
reflexão esta desenvolvida em aulas teóricas e na comunicação com os colegas de
curso.
“Todo
mestre precisa entender que esse conjunto de regras, embora pareça muito
burocrático e teórico para uns, ou mesmo inútil para outros, trata-se de uma
tentativa clara para que os alunos aprendam e aprendam o que for necessário
durante o período escolar” (GUTENBERG, 2008. P. 21).
Embasado
na nova LDB Brasileira, a regência de estágio visa preparar o educador com os
mais éticos padrões de qualidade da educação através da teoria e da prática.
O
estágio supervisionado dá a oportunidade de aliar à teoria a prática e atende
às exigências da Formação acadêmica, dando suporte aos docentes capacitando-os
através da prática.
Mas
é preciso compreender que a formação permanente dos professores, é recheada de
desafios, reflexões e críticas sobre a prática. Afinal, é pensando criticamente
a prática de hoje ou de ontem que se pode melhorar a próxima pratica.
A
troca de experiências neste aspecto vem a calhar, como fonte enriquecedora de
troca de conhecimentos, afinal na atualidade em que vivemos o conceito do
trabalho em equipe é a cada dia mais valorizado. A agilidade, serenidade,
comprometimento para desenvolver trabalhos em conjunto tem sido um das
qualidades mais exigidas nos processos seletivos. Portanto, trabalhar em equipe
significa criar um esforço coletivo para resolver um problema, são pessoas que
se dedicam a realizar uma tarefa visando concluir determinado trabalho, cada um
desempenhando uma função específica, mas todos unidos por um só objetivo,
alcançar o tão almejado sucesso.
A
atividade em equipe deve ser entendida como resultado de um esforço conjunto e,
portanto as vitórias e fracassos são responsabilidades de todos os membros
envolvidos. Muitas pessoas, que atuam em diversas organizações, estão
trabalhando em grupo e não em equipe , como se estivessem em uma linha de
produção, onde o trabalho é individual e cada um se preocupa em realizar apenas
sua tarefa e pronto.
No
trabalho em equipe, cada membro sabe o que os outros estão fazendo e reconhece
sua importância para o sucesso da tarefa. Os objetivos são comuns e as metas
coletivas são desenvolvidas para ir além daquilo que foi pré-determinado. O
trabalho em equipe possibilita trocar conhecimentos e agilidade no cumprimento
de metas e objetivos compartilhados. Na sociedade em que vivemos, o trabalho em
equipe é muito importante, pois cada um precisa da ajuda do outro, ninguém vive
sozinho. Aliar cooperação, união, troca de conhecimentos, experiências
enriquece o meio no qual se trabalha, faz com que falhas sejam percebidas e
corrigidas e o trabalho aprimorado.
Admitir
perante o todo o erro não é vergonha é lição, é experiência, é aprendizado, ser
melhor não quer dizer pisar em ninguém e sim conquistar tal mérito com afinco,
pesquisa, serenidade e dignidade.
Críticas
são necessárias sim, não pelas costas e sim numa conversa aberta, pois as
mesmas fazem o sujeito crescer e aprimorar seu trabalho.
Pensemos
numa vela acesa, ela é bonita, envolvente, ilumina tudo ao seu redor. Uma vela
acesa simboliza esperança, harmonia, fé. Por si só é bonita, porque ela mesma
tem a sua luz. Mas a vela por outro lado é muito frágil, e qualquer vento ou
sopro pode apagá-la.
Transferindo
isso para o trabalho em equipe pode-se concluir, que por mais que tenhamos luz
própria, que brilhemos e tenhamos talento, é preciso lembrar que sozinhos nós
somos muito frágeis e é exatamente por isso que qualquer problema do dia-a-dia
pode ofuscar o nosso brilho. Daí a importância de se entender o poder da ajuda
mútua, sempre lembrando de que líderes e equipes superam crises quando se unem.
É
certo que quando pegamos os nossos sonhos e juntamos com os sonhos de outras
pessoas, tudo se torna mais forte, iluminado e por mais escuro que o mundo
pareça ser, quando o ser humano se junta consegue milagres extraordinários. O
ser humano trabalhando em equipe, colaborando uns com os outros, cooperando.
Consegue com certeza, afastar a escuridão e todos os problemas que possam
afligir a organização.
Na
vida tem-se que enfrentar muitas adversidades, mas quando nos juntamos uns ao
outros a coragem aumenta, o potencial se duplica e os objetivos se tornam mais
passíveis de realização.
Veiga
(2000) sustenta que o trabalho em grupo possibilita a prática pedagógica reflexiva
e crítica, deixando de lado o fazer pelo fazer ou o fazer fundamentado no modismo.
A
aula em equipe tem como objetivo:
Buscar o desenvolvimento
das capacidades dos alunos, tais como a compreensão da leitura; o pensamento
crítico; a habilidade para a pesquisa; a construção propriamente dita do
conhecimento (que é o ganho acadêmico); as aptidões; as potencialidades, etc.
(Merchede, 2001, p.92).·
Portanto, conclui-se que o vidro é tão
valioso quanto o ouro, pois para mostrar o que há de bom dentro de cada ser não
é preciso reluzir, basta compartilhar ideais, expressar pensamentos,
questionar, indagar, refletir, pesquisar, ser coerente em atos e ações. Inovar
a cada braçada, levantar a cada tropeço, ser ético, decidido, compromissado com
suas ideias e opiniões, enfim ser como se é e não imitação de algo ou alguém.
Em
04 de abril de 2013 o laboratório de prática de formação teve início
enfatizando o tema Plano de aula.
Assunto
de estrema relevância tanto para a vida quanto para a profissão qualquer que
seja ela, pois sem planejamento não se chega aos objetivos desejados, sendo que
para a ênfase profissional temos que estar em constante aprendizado, pesquisa e
imersão na busca de metodologias para chegarmos ao mais alto degrau da
superação.
Para
a profissão de Pedagogo o planejar é uma arte, uma das tarefas mais importantes
para garantir o sucesso de qualquer iniciativa frente a luta por uma educação
digna e justa.
Portanto,
os Planos de Aula são úteis para todos os níveis – todas as idades e sua prática deve fazer parte do dia-a-dia
do profissional, do sujeito social. A ideia de um bom tema pode surgir, por
exemplo, de uma conversa entre professor e alunos. Uma pequena dúvida pode se
transformar em uma grande aula, caso o professor saiba aproveitá-la, basta
percepção, extinto e criatividade.
Na
busca dessa realidade desejada, de transformar a educação em um elemento
propulsor de novas conquistas o plano de aula torna-se uma ferramenta
importante, não somente para a implementação de uma proposta pedagógica como
também numa ferramenta de transformação das ideias em ações concretas para
formar cidadãos reflexivos, ativos e pensantes em uma sociedade decadente.
A
educação como processo de reconstrução deve ser entendida e desenvolvida a
partir de uma visão total de homem e do mundo, no qual ele está inserido como
um ser que tem uma trajetória. (Menegolla &Santanna, 2001). Para isso, é
necessário que o processo da educação se estruture através de atitudes
científicas, cuja primeira tenha o planejamento partindo da realidade radical,
que é o homem e o seu viver.
Segundo
a UNESCO (1971), o planejamento educacional não é uma formula mágica para todos
os problemas e também não é uma conspiração para suprimir as liberdades dos
professores, administradores ou alunos, ou ainda, um meio para grupos decidirem
sobre objetivos e prioridades da educação e do ensino. O planejamento não é um
ditador, pois é algo altamente democrático e desencadeador de inovações, um
processo que evolui que avança e não permanece estático (Menegolla & SantAnna,
2001).
A
educação é vista como um processo de transformação, o que não se limita e não
tem como objetivo apenas conhecer o presente ou conservar o status da cultura e
do saber, se projeta além do momento presente, ou seja, tende a pensar no
futuro, a buscar novos horizontes e novas perspectivas para o homem. O futuro
pode ser visto sentido, pensado no presente, mas exige que as pessoas aprendam
a vê-lo, senti-lo e percebê-lo como futuro que se torna presente, ou seja, o
futuro é o prolongamento do presente e deste faz parte (Menegolla
&SantAnna, 2001 p. 29).
Para
uma análise da importância do planejar foi exibido o vídeo “Planejar é tudo”
que trouxe para o contexto da sala de aula a visão da necessidade do planejar,
do compreender tal ato como intrínseco na profissão do professor, e nas demais
carreiras em igualdade de importância, embora muitas vezes seja considerado sem
valor por aqueles que simplesmente passam pela sala de aula, para fazer a
chamada, jogar conversa fora, repetir o que está no livro didático, sem buscar
ir além, sem utilizar sua criatividade e imaginação, sem arriscar e
simplesmente aguardam o horário passar como meros observadores do fracasso.
Daqueles que não amam o que fazem, não dominam, e muito menos buscam dominar o
que dizem, não pesquisam, não se interessam que a aula se torne algo diferente,
interessante, compensadora e motivadora para os discentes que o tem como
exemplo a seguir.
Sendo
bom ressaltar que o aluno mesmo apático, conhece e percebe os atos e atitudes
do professor e muitas vezes toma posse de suas ações como meio de estímulo.
Portanto, cabe ressaltar que está em nossas mãos o árduo serviço de
transformar, de transmitir e tornarmos mediadores de conteúdos e informações
para nossos alunos tornando-os reflexores críticos, transformadores de uma
nação.
Porém
para que isso ocorra é necessário um bom plano que delimite, que possua metas a
serem avaliadas, que excite a curiosidade, um plano maleável, no qual certas
condições e necessidades sejam observadas e que seja possível dentro do
contexto abrir um parêntese para abordagens não previstas anteriormente, porém
sugeridas e necessárias.
O
planejamento é sim de suma importância e necessidade ao professor que ama o que
faz, e mesmo para aqueles que estão de passagem, mas só resulta em frutos,
quando realizado com sabedoria.
Percebe-se,
portanto, que planejar é uma ação indispensável à vida pessoal e também
profissional, seja na área de educação ou qualquer outra.
Na
sequência foi lido o texto Dona Licinha de Fanny Abramovid.
A
senhora não me conhece. Faz tanto tempo e me lembro de detalhes do seu jeito,
sua voz, seu penteado e roupas... A senhora ensinava na 3a série B e eu era
aluna da 3ª série C no Grupo Escolar do Tatuapé... Passava no corredor fazendo
figa para mudar de classe, pra minha professora viajar e nunca mais voltar, pra
diretora implicar e me mandar pra 3a B... Nunca tive tanta inveja na minha vida
como tive das crianças da série B...
Lembro
que na sua sala se ouviam risadas quase o tempo todo. Maior gostosura! De vez
em quando, um enorme silêncio quebrado por uma voz suave... era hora de contar
histórias. Suspirando, eu grudava na janela e escutava o que podia... Também
muitos piques e hurras, brincadeiras correndo solto. Esconde-esconde, telefone
sem fio, campeonato de Geografia. Tanto fazia a aprontação inventada. Importava
era sentir a redonda contenteza dos alunos.
A
sua sala era colorida com desenhos das crianças, um painel com recortes de
revistas e jornais, figurinhas bailando em fios pendurados, mapas e fotos...
Uma lindeza rodopiante mudada toda semana! Vi pela janela seus alunos
fantasiados, pintados, emperucados, representando cenas da História do Brasil!
Maior maravilhamento! Demorei, entendi. Quem nunca entendeu foi a minha
professora... Seu segredo era ensinar brincando. Na descoberta! Na
contenteza!
Nunca
ouvi berros, um "Cala boca", "Aqui quem manda sou eu" e
outras mansidões que a minha professora dizia sem cansar. Não escutei ameaças
de provas de sopetão, castigos, dobro da lição de casa, chamar a diretora, com
que a minha professora me aterrorizava o tempo todo...
Dona
Licinha, eu quis tanto ser sua aluna quando fiz a 3a série. Não fui... Hoje,
tanto tempo depois, sou professora. Também duma 3a série. Agora sou sua
colega... Só não esqueço que queria estar na sua classe, seguir suas aulas
risonhas, sem cobranças, sem chateações, sem forçar barras, sem fazer engolir o
desinteressante. Numa sala colorida, iluminada, bailante. Também quero ser uma
professora assim. Do seu jeito abraçante.
Hoje,
vi uma garotinha me espiando pela janela. Arrepiei. Senti que estava chegando
num jeito legal de estar numa sala de aula... Por isso resolvi escrever para a
senhora. Vontadona engolida por décadas. Tinha que dizer que continuo querendo muito
ser aluna da Dona Licinha. Agora, aluna de como ser professora. Fazendo meus
alunos viverem surpresas inventivas.
Um
abraço apertado, cheinho de gostosuras,
da
Ciça
Conto
de Fanny Abramovich
Ilustrado
por Carlo Giovani
Foto
de Leo Feltran
Conto
este que me fez repensar num passado não tão distante, em relembrar pessoas
importantes para a minha formação profissional e pessoal, pessoas estas que se
tornaram ícones, exemplos a serem seguidos e sei que a cada passo trilhado
estou chegando lá.
EM
QUE TRABALHA: NÚCLEO DE EDUCAÇÃO/EMPRESA DE ENGENHARIA
QUAL
SUA FORMAÇÃO: Doutorado Empresarial
PARA
ONDE FOI SUA MELHOR VIAGEM: Caribe
O
QUE TEVE QUE FAZER PARA CONSEGUIR ESTE TRABALHO: dedicação, determinação,
estudo.
QUAL
SEU SALÁRIO: 25.000,00
QUAL
FOI SUA MAIOR VITÓRIA NOS ÚTIMOS 10 ANOS: Conquistar a independência
financeira.
PLANO
PARA CHEGAR AO DOUTORADO
DURAÇÃO:
10 anos
OBJETIVOS:
- Trabalhar na direção daquilo que deseja;
- Completar a graduação,
especialização, mestrado;
- Estudar sobre a área de
pesquisa;
- Desenvolver pesquisa
de coleta de dados para realização da dissertação;
- Qualificar-se
profissionalmente;
- Ajustar recursos;
- Traçar um plano de
ação;
- Estudar línguas;
- Estabelecer metas para
um mês, um ano, cinco anos e dez anos;
Metodologia:
Concluir a graduação em uma primeira etapa, exercer a função escolhida com
dedicação, garra, afinco. Estudar, pesquisar, trabalhar, esforçar-se para a
realização das metas estipuladas.
Partir
para uma especialização, afinal as demandas do mercado de trabalho e de
pesquisa são exigentes. Cumprimento de normas de estudo e pesquisa, de novas
buscas e soluções para fazer da educação uma prioridade. Realizar projetos
organizacionais.
Buscar
o respeito como ser humano e encontrar na organização oportunidades para
satisfazer as necessidades e atingir os objetivos e expectativas por meio da
própria atividade do trabalho.
Aportar
ao trabalho, a área de atuação habilidades e conhecimentos, experiência e
criatividade, entusiasmo, energia e motivação.
Levar
em consideração na sua bagagem inicial, as limitações, particularmente ao nível
dos conhecimentos e habilidades necessários para a execução do trabalho.
Exercer
autodeterminação, decidindo por si só e participar das decisões coletivas,
controlando e executando projetos.
Adquirir
em todas as fases novos conhecimentos, vencer desafios, aprimorar-se.
Procurar
o prazer e evitar a dor e o sofrimento, buscar satisfação e bem estar no
trabalho consequentemente visando novas etapas.
Mostrar
competência realizar-se como pessoa e como profissional, controlar impulsos,
ser flexível, pensante, racional.
Utilizar
de honestidade, determinação, pesquisa, senso crítico, garra e perseverança.
Defender
a dissertação de mestrado, partindo para a aquisição de uma terceira língua e
pesquisando a área de desenvolvimento de pesquisa para a aprovação no
doutorado.
Orientar
monografias, participar de workshops, simpósios, seminários a título de
experiência e enriquecimento. Dominar a área de pesquisa adotada.
Defender
com afinco o projeto apresentado à banca entrevistadora. Realizar o projeto no
tempo estipulado com determinação e consciência.
Defender
a tese de doutorado com garra e amor acima de tudo, mostrando o conhecimento
adquirido nos anos de estudo e pesquisa.